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O melhor Pai do Mundo

Ser Pai é uma experiência que merece ser partilhada. Este espaço é dedicado a todos os Pais que receberam dos seus filhos o título de "O melhor Pai do Mundo".

Pai, quais foram as melhores histórias de 2019?

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Foram inúmeras as histórias que marcaram o ano de 2019. Se no ano passado o momento foi o nascimento da nossa princesa, o ano de 2019 fica na memória por termos desdobrado como Pais de dois filhos. Este foi sem dúvida o grande desafio do ano, depois de 8 anos com um filho único, termos partido para uma segunda aventura exigiu de nós o máximo de amor, de paixão, de esforço, de mentalidade forte, de personalidade, de tanto que fica no caminho do dia a dia.
 
Escolhi 12 histórias para relembrar 2019. São 12 pelo simbolismo, ficam de fora relatos que me marcaram, passagens que me fizeram crescer como Pai, mas de certeza que nestas 12 estão episódios que quero voltar a ler daqui a uns tempos:
 
Pai, fica connosco não vás trabalhar
http://omelhorpaidomundo.pt/pai-fica-connosco-nao-vas-trabalhar-56620
Ir trabalhar e estar tantas horas longe da Mãe e da bebé tem um impacto fortíssimo. É uma parte de nós Pais que fica ali no bater da porta de casa.
 
Pai, qual é a melhor idade para ser Pai?
http://omelhorpaidomundo.pt/pai-qual-e-a-melhor-idade-para-ser-pai-58540
É das histórias mais lidas, de certeza que é uma dúvida de muitos. Para nós não foi dúvida, foi deixar que a natureza nos desse uma ajuda.
 
Mãe…
http://omelhorpaidomundo.pt/mae-60618
São preciso duas pessoas para dançar o tango, Pai e Mãe são o par perfeito para estar ali na primeira fila desta mais do que maravilhosa aventura.
 
Pai, este mês ficamos só os dois
http://omelhorpaidomundo.pt/pai-este-mes-ficamos-so-os-dois-60359
Se no primeiro filho não me foi permitido gozar a licença exclusiva do Pai, no segundo não desperdicei e amei cada momento…mesmo os mais difíceis.
 
Pai, vai haver uma greve dos Pais?
http://omelhorpaidomundo.pt/pai-vai-haver-uma-greve-dos-pais-60085
O país parou com a greve dos camionistas de matérias perigosas. E se fossem os Pais a fazerem greve da sua função de educar os seus filhos? Como ficaria o Mundo?
 
Pai, és o meu herói
http://omelhorpaidomundo.pt/pai-es-o-meu-heroi-58882
O dia do Pai é o mais marcante do ano e 2019 não foi exceção. Fui elevado a herói, não super, apenas normal e muito especial para os meus dois rebentos.
 
Pai, vou de férias com os Avós
http://omelhorpaidomundo.pt/pai-vou-de-ferias-com-os-avos-62867
Férias são sinónimo de relaxar e divertido-nos a 4, mas este ano os Avós fizeram uma surpresa e levaram o mais velho. E os Pais aguentaram as saudades?
 
Pai, realizei um sonho!
http://omelhorpaidomundo.pt/pai-realizei-um-sonho-62104
O miúdo entrou em campo com os seus ídolos no seu estádio favorito. Nunca mais na vida vai esquecer aquele momento e eu também não.
 
Pai, amanhã é o primeiro dia do resto da tua vida
http://omelhorpaidomundo.pt/pai-amanha-e-o-primeiro-dia-do-resto-da-61335
Acabou a licença e volto ao trabalho. Duro, muito duro. Foi dos dias mais difíceis do ano.
 
Pai, o que fazes depois de irmos dormir?
http://omelhorpaidomundo.pt/pai-o-que-fazes-depois-de-irmos-dormir-67301
A história mais lida de 2019 foi esta. Aposto que tantos Pais e Mães também adormecem nos primeiros minutos daquela série que tanto queremos ver.
 
Pai, ser Pai a tempo inteiro é cansativo?
http://omelhorpaidomundo.pt/pai-ser-pai-a-tempo-inteiro-e-cansativo-63938
A experiência de Pai a tempo inteiro apareceu várias vezes durante o ano e nem tudo são momentos para fotografar e postar no Instagram, há sempre um lado menos positivo.
 
Pai, eu sei quem é o Pai Natal
http://omelhorpaidomundo.pt/pai-eu-sei-quem-e-o-pai-natal-68343
Uma filha a descobrir o que é o Natal e um filho a descobrir…quem é o Pai Natal! Como é que um Pai barrigudo e de barbas brancas resolve este dilema?
 
Espero que em 2019 tenha conseguido inspirar-vos a viverem com ainda mais paixão esta aventura que nos move. Cada memória fica para sempre, na nossa cabeça e… no blog.
 
Vemo-nos em 2020!
 
O Pai

Pai, eu sei quem é o Pai Natal

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Este Natal, estamos num misto de sentimentos. A nossa princesa ainda não despertou para o Natal, nota-se interesse nas decorações, especialmente as luminosas e as que fazem barulho. O mais velho parece-me que saltou uns anos relativamente ao Natal passado e isto faz com que o nosso plano para a entrega de presentes tenha de ser ainda mais cuidado.
 

Já fiz de tudo. Já fui duende e ajudante do senhor de barbas, já encarnei o barrigudo (não preciso de disfarçar a barriga, o que é bom!), já fugi pelas escadas a gritar Oh! Oh! Oh! e até já filmei a chegada do Pai Natal e na hora de ele bater à porta coloquei o vídeo na televisão como se fosse o vídeo-porteiro.

 
Este ano está mesmo mais complicado. Lembro-me nos primeiros anos em que era um pouco descuidado com os pormenores e ouvia o meu filho dizer “Pai, o Pai Natal tem uns chinelos iguais aos teus…” ou então “Pai, sabes que o Pai Natal comprou uns óculos como os teus…”. Quando o miúdo era mais pequeno tudo dava, mas agora nem sei como vai ser.
 
Desconfiamos que ele já não acredita. Como já contei aqui no blog, parece-nos que está a tentar adiar a revelação só para se manter o espírito. Nas prendas, ele sabe que o Pai Natal lhe traz uma e deve ser por isso que não quer que este ano fique com menos um presente.
 
Uma coisa é certa e apostei com Mãe, ele vai querer participar na encenação toda para proporcionar à irmã a sua primeira memória de Natal. Ainda não nos disse nada, mas quase de certeza que perto da hora vai engendrar um plano para estar ali no centro do acontecimento.
 
Mais do que a entrega de presentes, eu gosto é de alimentar este espírito. Não é bem o acreditar ou não numa figura, é imaginar. As minhas melhores memórias de Natal são quando eu via o Pai Natal chegar (lá estava o meu Pai a fazer o melhor que conseguia) e quando eu próprio visto o fato vermelho. É este encantamento que queremos preservar, porque quando a imaginação deixar de colocar imagens no nosso cérebro de um senhor barrigudo a voar com um trenó de renas e em poucas horas distribuir 6 biliões de presentes, é sinal que deixamos de ser crianças… e o Natal é deles e nosso também...se acreditarmos.
 
A todos os Pais e Mães desejo um Natal cheio de imaginação junto de quem é mais importante… os nossos filhos.
 
O Pai

Pai, já sei o que quero receber no Natal

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Anda tudo muito calmo este ano aqui no nosso reino. O espírito do Natal ainda não entrou em casa e talvez por isso o nosso filho mais velho esteja muito relaxado relativamente aos presentes que quer receber.
 
Em anos anteriores, já tínhamos 1001 catálogos, montes de recortes e uma mão cheia de pedidos e ideias. Este ano nada! Talvez por estarmos mal habituados, andamos às aranhas para decidir o que lhe vamos dar...
 
Por entre esta acalmia aparente, reparamos que o miúdo esteve mais preocupado a pré-selecionar presentes para a irmã do que propriamente para si. Fez a lista de Natal da irmã porque segundo ele "O Pai Natal precisa de pistas e não quero que a minha irmã fique sem presentes por não conseguir ainda fazer uma lista". Pois... acho que está aqui uma das razões da tal acalmia.
 
Na verdade o nosso menino está mais crescido. Mudam-se os gostos, as suas motivações, a sua forma de olhar para o Natal na vertente presentes e até no acreditar no senhor de barbas. Ele ainda não admitiu que deixou de acreditar que o Pai Natal existe, pensamos nós que está a adiar este facto apenas para nos deixar em suspenso e não estragar o espírito natalício. É certo também que como ainda está em aulas, com testes e tudo, não se sente de férias e mentalmente livre para pensar verdadeiramente no Natal. Sinais, todos eles, que ele está mesmo crescido.
 

Com filhos os Pais redescobrem o espírito natalício. Seja pelas prendas, pelo espírito solidário, pela azáfama, tudo faz mais sentido quando temos crianças em casa. À medida que as crianças crescem, voltamos à nossa forma normal de encarar esta época, mas já por isso decidimos ter mais um filho com 8 anos de diferença… Não foi por isto, Mãe? Assim prolongamos ainda mais a criança que vive em nós.

 
Mais do que presentes, bens materiais e outros fatores consumistas que o Natal traz, nós olhamos para o Natal como a festa da família. Pode parecer um cliché, mas parece que o Mundo fica mais bondoso nesta altura, que as luzes, o frio e os cheiros nos fazem reviver memórias boas e isso faz-nos sentir mais…humanos. Assim seja e que não aconteça só no Natal (pensamento desejoso).
 
Bem, é tudo muito bonito, mas não queremos que os nossos filhos fiquem sem pelo menos um presentinho no sapatinho. Por isso, lá vamos nós desfolhar catálogos e meter-nos na confusão das compras.
 
O Pai

Pai, é melhor ser a Mãe a fazer isso

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Isto da parentalidade é um trabalho de equipa. Defendo esta ideia ao máximo. Em primeira linha estão o Pai e a Mãe, depois vêem os familiares próximos e a escola se for o caso.
 

Como em qualquer equipa temos de perceber bem as características dos nossos companheiros. Focando na equipa “titular”, ou seja, no Pai e na Mãe, é fundamental que conheçam muito bem as mais valias um do outro e que procurem ao máximo comunicarem-se sempre, quer seja para se ajudarem em algum ponto que não esteja a correr bem, quer seja para valorizarem algo que tenha corrido bem e seja para repetir.

 
No período em que gozei da licença exclusiva do Pai e fiquei com a nossa filha mais nova enquanto a Mãe regressava ao trabalho, vivi o desafio de, sozinho, manter as rotinas que a Mãe tinha criado nos primeiros 5 meses de vida da bebé. Ora, tentei ao máximo fazer tudo como a Mãe fazia, copiar cada momento, tentando que não existissem desvios para que a menina não sentisse diferença.
 
A primeira semana foi muito dura, dei por mim frustrado por não conseguir fazer as coisas bem e falhar demasiadas vezes, fosse na dose do leite, nos timings da fralda ou de dormir, não estava ao nível daquilo que a Mãe tinha feito.
 
Após uma reflexão em conjunto com a Mãe e depois de ela ter reparado que eu andava frustrado e sem desfrutar do momento, achamos que o melhor seria eu experimentar fazer as coisas à minha maneira. E assim foi. Tinha a referência da Mãe, mas aqui e ali fazia como sabia. Umas vezes correu muito bem, outras menos bem, o normal portanto.
 
Assumimos que cada um é diferente. Numas coisas a Mãe é ótima, noutras é o Pai que faz bem. Para o bem das nossas crianças, o Pai e a Mãe têm papéis diferentes, complementares, claro. Fazer uma partilha cega de tarefas é um grande erro, devemos dividir sim, mas tanto o Pai como a Mãe devem estar perfeitamente aptos a desempenhar qualquer papel.
 
Não me custa admitir que a Mãe é fantástica em praticamente tudo o que faz e tenho a certeza que me reconhece valor naquilo que faço como Pai. Nem um nem outro, se exige ser melhor do que o outro, isto seria muito pouco inteligente e os nossos filhos viveriam numa espécie de competição pouco saudável.
 
Pais, façam as coisas à vossa maneira, criem um estilo próprio e demonstrem aos vossos filhos que cada Pai e Mãe têm uma forma de ser, que ao ser complementar eles só têm a ganhar.
 
O Pai